segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Viz Muniz

Vik Muniz, artista brasileiro muito conhecido no exterior, formou em publicidade, mas atua como fotógrafo, desenhista, pintor e gravador. Desde 1988, ele realiza trabalhos com temas que remetem à memória, usando técnicas diversas. O inusitado são os materiais usados em suas obras, como o açúcar, chocolate líquido, poeira, cabelo e brinquedos. As obras de Vik Muniz são resultado de uma intensa produção de instalações, objetos, pinturas e esculturas, mas seu objetivo final é sempre o registro fotográfico. "Em certo momento a fotografia me interessou tanto que passei a fazer objetos exclusivamente para que fossem fotografados", afirma o artista, que também aponta seu gosto pelo "ilusionismo que pode ser desvendado”. Vik Muniz é um artista da ilusão. Os olhos são apenas um dos sentidos para se aproximar de uma imagem. Ele sabe que olhar uma floresta pode impedir que se observe uma árvore. A fotografia é sua floresta. O material usado por ele, a árvore.


"No meu trabalho, tanto o material como o tema são coisas facilmente reconhecíveis ou banais, assim o foco fica voltado à relação entre estas duas coisas. O processo artístico consiste na maneira criativa com que o tema se integra ao material e vice versa. De um lado o espectador negocia com a obra com toda a bagagem de conhecimento pratico que ele traz da sua experiência interagindo com materiais e do outro, de toda sua memória visual, e isso inclui a história da arte."- Vik Muniz


Cercado por quatro assistentes, Muniz diz que o maior trabalho é “gerenciar” a criatividade, que aflora em alta rotatividade: desenha, escreve, esculpe ou está em busca de algum helicóptero para fotografar vôos livres. As nuvens, aliás, são uma metáfora para Muniz. “Todo o mundo olha as nuvens e imagina formas. Eu gosto de ficar experimentando sobre isso. Eu digo às pessoas: “Aquela parece uma foto”. Agora, através da minha janela estou vendo uma que parece um porquinho”, diz Muniz.

Quem quiser saber mais sobre Vik Muniz, esse é o site dele:

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Tipografia II

Destacando a torre...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Tipografia no Word



"A tipografia (do grego typos — "forma" — e graphein — "escrita") é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente. Assim como no design gráfico em geral, o objetivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa."

O trabalho era escolhar uma arquitetura "boa" que fizesse parte do nosso cotidiano e fazer uso da tipografia para representá-la, usando o programa Word. Eu escolhi a Praça da Estação, mais especificamente o Museu de Artes e Ofícios.
" O Museu de Artes e Ofícios – MAO – é um espaço cultural que abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios do Brasil. Um lugar de encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com o seu tempo. Iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez – ICFG, em parceria com o Ministério da Cultura e a CBTU, Companhia Brasileira de Trens Urbanos, o MAO preserva objetos, instrumentos e utensílios de trabalho do período pré-industrial brasileiro. O MAO está instalado na Estação Central de Belo Horizonte, por onde transitam milhares de pessoas diariamente. É assim, um espaço coerente com a natureza da coleção, bem próximo ao trabalhador." http://www.mao.org.br/port/institucional.asp

Sobreposição de Mapas

Esse trabalho era para o aluno fazer um mapa do caminho que ele percorria de casa até à escola e, depois, fazer uma sobreposição com um mapa real (retirado do google map) usando o programa photoshop. Como você pôde perceber, minha noção espacial é péssima e meu conhecimento de photoshop idem. Apesar de encontrar dificuldade para fazê-lo, pois moro em outra cidade e o percurso é bem longo, achei o trabalho bem interessante. Ele faz com quem exploremos os comandos do programa e usemos nossa criatividade. Eu fiz o mapa através do caminho feito pelo ônibus e o mapa real mostra o caminho mais rápido, feito de carro. Por isso a diferença! Depois falam que meu ônibus não dá volta! ^^

domingo, 10 de agosto de 2008

Abertura Olímpica Pequim 2008

Um show de história e cultura chinesa foi apresentado na abertura dos jogos olímpicos de 2008 em Pequim. A abertura das olimpíadas foi sediada no Estádio Nacional, conhecido como “Ninho de Pássaro” e superou qualquer expectativa. As 2.583 luzes especiais espalhadas pelo estádio, 300 toneladas de equipamentos, 14 mil pessoas participantes da performance de abertura, ensaiadas durante 13 meses, fizeram com que o evento se tornasse algo inesquecível. Desde a contagem regressiva feita por 2008 tambores que acendiam ao serem tocados, as baquetas iluminadas dos dançarinos acesas quando as luzes apagavam e a chegada da tocha e a pira olímpica sendo acesa fizeram desse espetáculo algo grandioso e memorável. Além da tecnologia que sempre encanta, tem a tradição do país com 5.000 anos de história. Os principais acontecimentos do passado chinês desfilaram em um gigante pergaminho estendido no centro do estádio. A festa terminou em um globo terrestre o qual bailarinos desafiaram a lei da gravidade. Zhang Yimou, diretor da festa, mostrou competência na utilização do espaço, com direito a bailarinos flutuando e aos cinco anéis olímpicos em luz branca erguidos no centro do estádio.